sobre a produção

O grande sucesso de bilheteria Uma Noite no Museu levantou uma pergunta intrigante que todos que já entraram em um museu se fizeram: o que acontece a todos os objetos expostos em um museu quando as luzes se apagam e os visitantes vão para casa? A resposta deliciosamente imaginativa deu vida a uma série de personagens engraçados e irreverentes, simpáticos e inteligentes que saíram direto da História, em uma aventura que conta com neandertais, caubóis, presidentes americanos, dinossauros e estátuas da Ilha de Páscoa. Todos eles se juntam a um vigia noturno que conseguiu triunfar pela primeira vez na vida depois de descobrir o poder do conhecimento e os prazeres das amizades inesperadas.


Mas para onde Larry Daley poderia ir depois? Para os realizadores de Uma Noite no Museu, se Larry se aventurasse em outra jornada sensacional eles sabiam que teria que ser um patamar acima – em escopo, em aventura e nos riscos que Larry encontraria. Como conseguir algo mais gigantesco que o Museu de História Natural de Nova York? Onde eles poderiam encontrar um museu ainda maior, um museu que estivesse repleto de um número ainda maior de séries impressionantes de exposições – de criaturas pré-históricas e obras de arte medievais a foguetes da Era Espacial –, e em que o potencial de emoção, comédia e o teste definitivo da lealdade e coragem de Larry ficassem nas alturas se tudo isso de repente ganhasse vida?


Só havia uma resposta. E ela levava direto à capital dos Estados Unidos e ao único museu financiado pelos contribuintes norte-americanos: o magnífico Instituto Smithsonian. “Queríamos que tudo que fizemos no primeiro filme fosse não só maior, mas também melhor no segundo. Queríamos uma jornada para Larry que fosse ainda mais envolvente, que o ajudasse a encontrar seu caminho de volta ao seu melhor, que vislumbrou em Uma Noite no Museu. Ben Stiller e eu sempre concordamos que não continuaríamos a história a menos que houvesse uma nova história excelente, então quando a idéia de levar Larry e seus amigos ao Smithsonian surgiu, sabíamos que era o que precisávamos. Não poderíamos ter ficado mais entusiasmados”, explica o diretor Shawn Levy.


O Smithsonian aumentou a escala do empreendimento porque seu próprio tamanho é espantosamente gigantesco. Considerado um marco da cultura, educação e exploração do mundo, o Smithsonian foi fundado em 1846 com um misterioso legado de US$500 mil do cientista britânico James Smithson que, embora nunca tenha pisado nos Estados Unidos, queria que o país tivesse um lugar especial dedicado ao “aumento e difusão do conhecimento”. Mais de 150 anos depois, o Instituto Smithsonian é uma peça central na capital dos Estados Unidos, o maior complexo de museus do planeta e um repositório de tudo, de ossos antigos e documentos históricos vitais dos Estados Unidos a artefatos culturais como a cadeira de Archie Bunker. Todos os anos, cerca de 25 milhões de visitantes ficam deslumbrados e empolgados com tudo que há no seu interior, das pinturas impressionantes na National Gallery aos aviões clássicos de época do Museu do Ar e Espaço.